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Belo Horizonte é um município brasileiro e a capital do estado de Minas Gerais.

Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, foi a primeira cidade planejada do Brasil. A cidade é uma mistura de tradição e modernidade e destaca-se pela beleza de seus conjuntos arquitetônicos e uma rica produção artística e cultural.

De acordo com estimativas de 2007, sua população é de 2.412.937 habitantes[1], sendo a quinta cidade mais populosa do país. Belo Horizonte já foi indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com melhor qualidade de vida na América Latina e a 45ª entre as 100 melhores cidades do mundo[2].De acordo com o recente estudo do IBGE, Belo Horizonte é o quinto maior PIB brasileiro representando 1,32% do total das riquezas produzidas no país[3].

A Região Metropolitana de Belo Horizonte, formada por 34 municípios, possui uma população estimada em 4.934.210 habitantes[1], sendo a terceira maior aglomeração populacional brasileira e a terceira em importância econômica da indústria nacional.


História

A cidade se originou de um pequeno arraial chamado Curral del-Rei, fundado por João Leite da Silva Ortiz, que achou o clima da região agradável, e ali se estabeleceu com a Fazenda do Cercado. No local, nas fraldas da Serra do Curral, em 1750, por ordem da Coroa, foi criado o distrito de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral, então sede da freguesia do mesmo nome instituída, de fato em 1718, em torno de capela ali construída pelo Padre Francisco Homem filho de Miguel Garcia Velho. A freguesia foi oficializada em 1748.

No final do século XIX, a então capital de Minas Gerais, a cidade de Ouro Preto, apresentava dificuldades de acomodar uma expansão urbana, devido à sua localização. Isso gerou a necessidade da transferência da capital para outra localidade. O Congresso Mineiro reunido em Barbacena, em sessão de 17 de dezembro de 1893, indicou pela lei n. 3, adicional à Constituição do Estado, as cidades de Juiz de Fora, Barbacena, Várzea do Marçal, Paraúna e Belo Horizonte como locais propícios à instalação da nova capital, depois que se ouvisse o parecer da Comissão Construtora, chefiada pelo engenheiro Aarão Reis, que optou por Belo Horizonte. Seu território foi desmembrado de Sabará e inicialmente foi denominada Cidade de Minas. A capital do estado foi oficialmente transferida em 12 de dezembro de 1897 durante o governo de Crispim Jacques Bias Fortes, já com o nome de Belo Horizonte.

Trecho do relatório escrito por Aarão Reis, engenheiro-chefe da Comissão Construtora da Nova Capital, sobre a planta definitiva de Belo Horizonte, aprovada pelo Decreto n.º 817 de 15 de abril de 1895.

Foi organizada, a planta geral da futura cidade dispondo-se na parte central, no local do atual arraial, a área urbana, de 8.815.382 m², dividida em quarteirões de 120 m x 120 m pelas ruas, largas e bem orientadas, que se crusam em ângulos retos, e por algumas avenidas que as cortam em angulos de 45º.

Às ruas fiz dar a largura de 20 metros, necessaria para a conveniente arborização, a livre circulação dos veículos, o trafego dos carros e trabalhos da colocação e reparações das canalizações subterraneas. Às avenidas fixei a largura de 35 m., suficiente para dar-lhes a beleza e o conforto que deverão, de futuro, proporcionar à população (...)

Projetada pelo engenheiro Aarão Reis entre 1894 e 1897, Belo Horizonte foi a primeira cidade brasileira moderna planejada. Elementos chaves do seu traçado incluem uma malha perpendicular de ruas, cortadas por avenidas em diagonal, quarteirões de dimensões regulares, visadas privilegiadas, e uma avenida em torno de seu perímetro (Avenida do Contorno). Outro aspecto interessante do projeto original é a abundância de parques e praças, com um grande parque municipal na área central.

A expansão urbana extrapolou em muito o plano original. Quando foi iniciada sua construção, os idealizadores do projeto previram que a cidade alcançaria a marca de 100 mil habitantes apenas quando completasse 100 anos. Em 1997, ano do centenário, a cidade possuía mais de 2 milhões de pessoas. Essa falta de visão se repetiu em toda a história da cidade que jamais teve um planejamento consistente que previsse os desafios da grande metrópole que se tornaria.
Vista da cidade.
Vista da cidade.

Aos poucos, pequenas fábricas instalaram-se, a energia elétrica ampliou-se, as obras foram retomadas, os transportes melhoraram e começaram a surgir praças e jardins que deram uma nova paisagem. O número de empregos cresceu, chegaram novos habitantes, a vida social e cultural começou a se agitar. A indústria ganhou impulso na década de 20 e inauguraram-se grandes obras, surgiram novos bairros, sem planejamento, e com eles, sérios problemas urbanos.

Na década de 1920, surgiu em Belo Horizonte a geração de escritores de raro brilho que iria se destacar no cenário nacional. Carlos Drumond de Andrade, Ciro dos Anjos, Pedro Nava, Luís Vaz, Alberto Campos, Emílio Moura, João Alphonsus, Milton Campos, Belmiro Braga e Abgar Renault se encontravam no Bar do Ponto, na Confeitaria Estrela ou no Trianon, para produzir os textos que revolucionaram a literatura brasileira.

A década de 40 trouxe o avanço da industrialização e surge o Complexo Arquitetônico da Pampulha inaugurado em 1943 por encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek. O conjunto da Pampulha reúne os maiores nomes do modernismo brasileiro, com projetos de Oscar Niemeyer, pinturas de Portinari, esculturas de Alfredo Ceschiatti e jardins de Roberto Burle Marx.

Na década de 50 a população da cidade dobra, passando de 350 mil para 700 mil habitantes. Como resposta ao crescimento desordenado da cidade, o prefeito Américo René Gianetti dá início à elaboração de um Plano Diretor para Belo Horizonte.

Na década de 60 muitas demolições foram feitas, transformando o perfil da cidade, que passa, então, a ter arranha-céus e asfalto no lugar de árvores. Belo Horizonte ganha ares de metrópole. A conurbação da cidade com municípios vizinhos se amplia.
A Avenida Afonso Pena.
A Avenida Afonso Pena.

Na década de 70 a cidade atinge mais de 1 milhão de habitantes. Nessa época, os espaços vazios do município praticamente se esgotaram, e o crescimento populacional passou a se concentrar nos municípios coligados a Belo Horizonte, como Contagem, Betim, Ribeirão das Neves e Santa Luzia. Na tentativa de resolver os problemas causados pela crescimento desordenado, foi instituída a Região Metropolitana de Belo Horizonte e foi criado o Plambel, que desencadeou diversas ações visando a conter o caos metropolitano.

Na década de 80 foi iniciada a implantação do metrô de superfície e a memória da cidade começou a ser mais valorizada. Em 1980, milhares pessoas tomaram a então Praça Israel Pinheiro (hoje, Praça do Papa) para receber o próprio Papa João Paulo II. Devido à sua altitude, na praça a vista da cidade é privilegiada, o que fez com que o papa ali dizesse "... que belo horizonte!", o que provavelmente corroborou para que a praça ficasse mais conhecida hoje como Praça do Papa. A cidade foi palco ainda de grandes manifestações visando a queda da ditatura militar no Brasil, sob a liderança de Tancredo Neves.
Belo Horizonte à noite.
Belo Horizonte à noite.

A década de 1990 foi marcada pelo reforço da estrutura administrativa do município, com a aprovação em 1990 da Lei Orgânica do Município e do o Plano Diretor da cidade, em 1996. A gestão municipal se democratizou com a realização anual do Orçamento participativo. O desafio ainda em curso diz respeito ao fortalecimento da gestão integrada da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que reúne 34 municípios e devem cooperar entre si para a resolução de seus problemas comuns.

Nesta primeira década do século XXI, Belo Horizonte está se consolidando no cenário internacional como um grande centro nas áreas de biotecnologia, informática e de turismo de negócios. Alguns dos investimentos recentes nesses setores são a implantação do Parque Tecnológico de Belo Horizonte, do Laboratório do Google para a América Latina, e do moderno centro de convenções Expominas.

Geografia

Clima
Parque Municipal Américo Reneé Giannetti. (No centro. Inaugurado em 1897, junto com a cidade).
Parque Municipal
Américo Reneé Giannetti.
(No centro. Inaugurado em 1897, junto com a cidade).

O clima de Belo Horizonte é tropical de altitude tendo verões agradáveis e invernos relativamente frios. A cidade não apresenta grandes diferenças nas quatro estações do ano, sendo dividido apenas em verão ou inverno. Os verões apresentam temperaturas mínimas médias de 18°C e máximas médias de 28°C. Os invernos são geralmente frios para padrões brasileiros, tendo temperaturas mínimas médias de 13°C e máximas médias de 25°C. A menor temperatura ja registrada foi de 2,2°C e a maior de 37°C.

Demografia

Belo Horizonte atualmente é o quinto município mais populoso do Brasil, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, e Fortaleza, com 2.412.937 habitantes. Entretanto, a Região Metropolitana de Belo Horizonte, composta por 34 municípios e uma população estimada em aproximadamente 5,1 milhões de habitantes (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,IBGE 2007), é a terceira maior aglomeração urbana do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. A região metropolitana da cidade é, também, o 48º maior aglomerado urbano do mundo, e o sétimo da América Latina.

Belo Horizonte é uma cidade multirracial, fruto de intensa migração. O seu povoamento foi efetuado, sobretudo, por mineiros vindos de todas as partes do estado. Vieram brancos, negros e mestiços de diversas origens, o que contribuiu para o equilíbrio entre o número de pessoas brancas, pardas e pretas.

Um dos primeiros grupos a habitar a cidade foram imigrantes italianos: começaram a chegar em 1897 para construir a capital e habitar as colônias agrícolas ao redor da mesma. Hoje, 30% da população belo-horizontina tem ascendência italiana.[5][6]

Política

Belo Horizonte, como capital de Minas Gerais, respira política. Grandes articulações de impacto nacional foram e são realizadas em lugares como o Palácio da Liberdade, o Café Pérola e o Café Nice. Vários prefeitos de Belo Horizonte vieram a se tornar governadores do Estado e dois foram presidentes da República, Venceslau Brás Pereira Gomes e Juscelino Kubitscheck de Oliveira.Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, prefeito de Belo Horizonte e presidente do Estado, à época da República Velha, foi o principal articulador da candidatura à presidência de Getúlio Vargas e da Revolução de 1930.

A cidade também é referência nacional em Orçamento Participativo. Em 2006, inovou ao criar o Orçamento Participativo Digital, um moderno sistema onde os eleitores podem votar utilizando um computador comum ligado à internet.

Economia e Turismo

Belo Horizonte possui o quinto maior PIB entre os municípios brasileiros, com o valor aproximado de 28,4 bilhões de reais[8] e um PIB per capita de R$ 11.951,00[8], em 2005. O setor terciário (serviços e comércio) contribui com 80% da riqueza produzida no município. O setor industrial corresponde ao restante do PIB. Praticamente não existe setor agropecuário na cidade.

A Região Metropolitana de Belo Horizonte possui o quinto maior parque produtivo da América do Sul, com destaque para a indústria automobilística e de autopeças, siderurgia, eletrônica e construção civil, com um PIB de cerca de 62,3 bilhões de reais[8], em 2005.

Está entre os sete municípios com a melhor infra-estrutura do país [9]. Posicionada em um eixo logístico do Brasil é servida por uma malha viária e ferroviária que a liga aos principais centros e portos do país. Recebe vôos nacionais e internacionais através do Aeroporto de Confins e vôos nacionais e regionais através do Aeroporto da Pampulha.

Com um diversificado setor de comércio e da prestação de serviços e contando com uma desenvolvida rede de hotéis, restaurantes e agências bancárias, Belo Horizonte é um dos principais pólos de turismo de negócios do país e desde a inauguração do Expominas, o mais moderno centro de convenções da América Latina, sedia importantes eventos nacionais e internacionais como a 47ª Reunião Anual do BID em 2006[10].

Belo Horizonte é também o Portão de Entrada para cidades históricas mineiras como Ouro Preto, Mariana, Sabará, Caeté, Santa Luzia, Congonhas, Diamantina, São João del-Rei e Tiradentes.

Igrejas

Ver artigo principal: Lista de igrejas de Belo Horizonte

As principais igrejas de Belo Horizonte são a Basílica Nossa Senhora de Lourdes, no bairro de Lourdes; a Catedral da Nossa Senhora da Boa Viagem, no bairro Funcionários; a Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha; a Igreja de São José, no hipercentro; a Igreja de Santo Antônio, na Savassi e na Avenida do Contorno (ao lado do bairro Santo Antônio); a Igreja de Santa Efigênia, no bairro Santa Efigênia; e a Igreja Nossa Senhora Mãe da Igreja no bairro Vila Paris.

Esportes

* Mineirão, estádio de futebol.
* Estádio Independência, estádio de futebol.
* Mineirinho, ginásio poliesportivo.
* Arena Telemig Celular, ginásio poliesportivo.

Educação Superior

A cidade conta com 55 instituições de ensino superior que oferecem 704 cursos/habilitações[12]. Algumas delas são referências como a UFMG, que contando com 2.445 professores (sendo 65% desses doutores e 25% mestres, aproximadamente), possui 22 mil alunos e 593 grupos de pesquisa em 48 cursos de graduação, 53 opções de doutorado e 60 cursos de mestrado. Além disso, a UFMG já ultrapassou a marca de 9.000 publicações científicas e 147 patentes nacionais e internacionais. A UFMG foi a instituição de ensino superior de melhor desempenho nas três edições do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade)[13]. Outra importante instituição de ensino pública de destaque é o CEFET-MG. Dentre as instituições de ensino privado, destaca-se a PUC-MG que oferece 56 cursos de graduação, 17 cursos de mestrado, 6 opções de doutorado e 287 cursos de especialização. Em 2006, a PUC-MG foi considerada a melhor instituição de ensino privada brasileira pelo Guia do Estudante.[14].

Principais Avenidas
A Avenida Afonso Pena (Belo Horizonte).
A Avenida Afonso Pena (Belo Horizonte).

* Av. Afonso Pena - coração econômico da cidade, cruza com a Avenida Amazonas na Praça Sete, ponto que é considerado o "marco zero", ou o hipercentro de Belo Horizonte. Inicia-se na praça da rodoviária, e corta vários pontos da cidade, como o Parque Municipal, o Consevatório da UFMG, logo em frente, a região da Savassi dentre outros, tendo ultrapassado os limites pré-planejados, terminando na Praça da Bandeira, bairro Mangabeiras; sua continuação nesse bairro, a Avenida Agulhas negras, atinge a Praça do Papa, que foi construída pouco antes da visita de João Paulo II

Av. Amazonas (Na divisa de BH com Contagem).
Av. Amazonas (Na divisa de BH com Contagem).

* Av. Amazonas - Liga Belo Horizonte à Contagem, sendo uma das saídas da cidade para São Paulo. Uma das principais vias da cidade, a Amazonas cruza com a Afonso Pena na altura da Praça Sete, considerado o "marco zero" de Belo Horizonte. Se inicia na zona central, mais precisamente, próximo à Praça da Estação, passando pela Praça Raul Soares (trecho no qual nela está localizado o Edifício JK, construído no período em que o mesmo governou a cidade) e rumando para Oeste, cruzando bairros como Barro Preto, Prado, Barroca, Nova Suíça, Gameleira, Nova Gameleira, Madre Gertrudes, Cidade Industrial, dentre outros. Nela está localizado um grande centro de convenções, o Expominas, os campus I, II E VI do CEFET-MG e a Transitolândia, parque educativo que tenta ensinar crianças e jovens a educação no trânsito. Termina na Avenida Cardeal Eugênio Pacelli, acesso para a BR-381 (Rod. Fernão Dias), já em Contagem.

A famosa Rua da Bahia. (Cortra o Centro até a zona sul).
A famosa Rua da Bahia. (Cortra o Centro até a zona sul).

* Rua da Bahia - uma das mais famosas ruas de BH, inicia no Centro da cidade, próximo à Praça da Estação, na Av. do Contorno (Bulevard Arrudas), cruza com o acesso ao viaduto Sta. Tereza, corta a Av. Afonso Pena junto ao parque municipal, passa pela Praça Afonso Arinos e segue pelo Bairro de Lourdes, já na zona sul, no bairro de Lourdes, passa ao lado da Biblioteca pública estadual, do QG da Polícia Militar de Minas Gerais e a um quarteirão da praça da Liberdade, passando pelo Minas Tênis Clube e sua arena de esportes até a Av. do Contorno no Bairro Sto. Antônio (zona sul). Nesta localizam-se importantes órgãos públicos, como a secretaria de estado da fazenda, as faculdades de Direito e Engenharia da UFMG. E instituições esportivas e culturais como o Minas Tênis Clube e a Academia Mineira de Letras.
* Av. do Contorno - circunda a antiga Belo Horizonte, isto é, aquela planejada pelo engenheiro Aarão Reis. Dentro do limite dado por esta avenida, o traçado das ruas é regular, havendo uma malha ortogonal (isto é, as ruas comuns e algumas avenidas, onde se localizariam as coisas nesta região da cidade) e a diagonal (feita pelo corte das principais avenidas da região, como a Afonso Pena, a Amazonas, a Álvares Cabral, a Barbacena, Bias Fortes dentre outras). Circunda bairros como o próprio Centro, Barro Preto, Santa Efigênia, Lourdes, Savassi, Floresta, dentre outros, e avizinha-se externamente a outros bairros como Carlos Prates, Lagoinha, Serra, Cidade Jardim, Prado e Gutierrez. Seu início e final se dá aos arredores da Rodoviária (o lado de trás, pelo qual saem os ônibus).

Belo Horizonte.
Belo Horizonte.

* Av. Antônio Carlos - é a principal artéria de trânsito da regional (região) da Pampulha e para a Zona Norte, bem como de importância geral para a cidade. Começa próximo à rodoviária e termina ao fim da pista da Lagoa da Pampulha (sendo o outro lado da mesma ligada à avenida Pedro I). Nela está localizado o campus da UFMG, principal universidade do estado de Minas Gerais. Devido à saturação dos últimos anos, passa, desde 2005, por um processo de duplicação.
* Av. Cristiano Machado - principal corredor da Região Norte de Belo Horizonte, sendo também importante para as regiões de Venda Nova e para a Nordeste. É uma das vias mais largas de Belo Horizonte, tendo em seus trechos mais largos uma pista central de ida e volta reservada para ônibus (ou o metrô) e quatro pistas para ida e para volta. Nela se localiza um dos maiores shopping centers da cidade, o Minas Shopping, e logo em sua frente um dos hotéis mais luxuosos da região, o Ouro Minas. A avenida se inicia na região do Complexo Viário da Lagoinha, próximo à Rodoviária, e termina no entorncamento da Avenida Pedro I com a MG-10 (que conecta a cidade ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, continuando até terminar em Diamantina). A saturação também levou a obras nesta avenida a partir no final da 2005 (visando agilizar a conexão com o Aeroporto Internacional e com municípios vizinhos como Vespasiano, Confins, Santa Luzia, Lagoa Santa, Pedro Leopoldo, dentre outros.
* Linha Verde - Via de trânsito rápido, em construção, que interligará o Aeroporto Internacional Tancredo Neves ao centro de Belo Horizonte.

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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Belo_Horizonte. Acessado em 15/02/2008.